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ITC Vertebral: o fim das dores de coluna

Tratamento é focado na reabilitação em tempo mínimo e melhora na qualidade de vida

“Era uma dor muito forte, não gosto nem de lembrar. Ela permanecia o dia todo, me prejudicava em tudo o que eu fazia, me impedia de trabalhar e até me obrigou a usar muletas durante um tempo”. O relato é do empreiteiro Roberto Rodrigues, mas poderia ser o seu, o de um amigo, parente ou de 80% da população de todo o mundo. Isso mesmo! De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse é o número de pessoas que têm ou vão apresentar dores nas costas. Se você faz parte dos 20% de sortudos, pode parar de ler. Mas se não faz, continue! É para o seu bem.

Se hoje Roberto, de 45 anos, conta sua história sem nenhum resquício de dor, isto se deve ao Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, o ITC Vertebral. Depois de quase dez anos da primeira crise, em que a recomendação médica era de cirurgia, ele foi convencido pela mulher a procurar o tratamento. “Isso já foi em 2018, eu só conseguia dormir no sofá, em posição fetal. Fiquei assim durante três meses. Tomava tantos medicamentos que já nem faziam efeito. Confesso que fui ao ITC sem acreditar. Lá, eu me surpreendi”.

As sessões aconteciam três vezes por semana. “O Roberto foi um desafio. Nossa equipe se reuniu para discutir as melhores alternativas para ele. Era um caso de dor crônica muito antiga, com indicação cirúrgica em que, felizmente, ele optou por não fazer. Foram dois meses e meio de tratamento em que recuperamos todos os seus movimentos. Hoje ele está reabilitado”, explica a fisioterapeuta Gabriela Rodrigues Ferreira, à frente da unidade do ITC em Juiz de Fora.

O número médio de sessões varia de acordo com o histórico de cada paciente, mas o tratamento é sempre rápido. Que o diga o professor de Educação Física, Marcelo Morais Chiaini de Oliveira, de 49 anos, reabilitado depois de pouco mais de dois meses. Com uma hérnia de disco extrusa, descoberta em maio de 2018, ele conviveu com a dor até o final do ano. “Os médicos recomendaram a cirurgia, mas me recusei a fazer. Nesse tempo fiz diversos tratamentos fisioterápicos, vários exercícios, tomei injeções para a dor, que era constante, e irradiava para os membros inferiores, mas os resultados foram muito discretos”, conta. “Conheci o ITC através de um amigo, em novembro do ano passado. Na avaliação a Gabriela disse: vamos resolver! Pensei, será que vai resolver mesmo? Eu já tinha tentado tanta coisa… mas acreditei na confiança que ela me passou na hora da proposição do tratamento. Não é algo impessoal”. Para Marcelo, a receptividade também foi fundamental para o resultado positivo. “Chegamos com o lado emocional abalado. A dor faz isso. E no ITC, desde o primeiro momento nos sentimos acolhidos por toda a equipe. Acredito que isso faça toda a diferença”.

Especialista alerta para cirurgias desnecessárias

“No Brasil existe uma cultura de indicação de cirurgia em quase todos os casos de hérnia de disco. Isso é um erro. Estudos recentes mostram que ela é necessária em apenas 5% dos casos. Os outros 95% se recuperam com fisioterapia.” A informação da fisioterapeuta Gabriela Rodrigues Ferreira reflete a desinformação dos brasileiros que temem perder os movimentos do corpo e vão diretamente para a medida mais drástica.

“A cirurgia é sempre a última alternativa, quando a medicação, a fisioterapia, os exercícios físicos não surtem mais efeito. Como todo procedimento invasivo, ela oferece riscos que vão desde a infecção hospitalar, até complicações com anestesia e com a própria cirurgia. Além disso, ela pode não ter o resultado desejado”, explica.

Nas avaliações feitas na clínica, são utilizadas as chamadas red flags, que são alguns sinais e sintomas, que indicam se o paciente poderá ser reabilitado ou não. “Se ele chega em um nível muito grave e que pode evoluir, já ficamos em alerta. Mas, se chega com uma dor que limita no dia a dia, mas não é insuportável, não é bandeira vermelha. Com certeza podemos reabilitá-lo! O profissional precisa ter esse discernimento”, analisa a fisioterapeuta.

O medo de ficar incapacitado falou mais alto no caso de Fernando Guedes de Morais, de 35 anos. Ele foi diagnosticado com quatro hérnias cervicais e uma protusão discal. “Eu tinha formigamento na mão, em todo o lado esquerdo do corpo, sentia um peso na cabeça e na parte de trás do pescoço, que parecia que a cabeça estava afundando. Também sentia dor no peito, como se fosse um infarto. O médico disse que eu teria que operar, mas não precisava ser naquele momento. Fiquei com medo de perder os movimentos e decidi fazer”, revela o fiscal de loja.

Mas a recuperação não foi tão fácil quanto ele imaginava. A fisioterapia, que Fernando não fez antes da cirurgia, foi inevitável. “Operei em maio de 2018, depois de três meses sentindo dores. Os primeiros dias foram tranquilos, eu estava sob efeito de medicação, mas depois elas voltaram com força total”. Foi então que ele conheceu o ITC e iniciou o tratamento. Hoje, depois de 24 sessões, finalizadas na última quarta-feira, leva uma vida normal.

Se tivesse feito como Roberto ou Marcelo, provavelmente Fernando não precisaria passar pelo procedimento cirúrgico e já teria se livrado da dor há mais tempo. “Até os médicos se surpreenderam com minha recuperação. O ITC foi a salvação para mim. Só sinto não ter procurado antes”.

A especialista ressalta que é preciso ficar alerta aos sinais do corpo, porque sentir dor não é normal. “É necessário observar quando dói, qual o período do dia, se tem a ver com esforço, com a postura. Buscando a ajuda logo, as chances de recuperação são muito maiores. Às vezes as pessoas chegam aqui e dizem que já fizeram de tudo e convivem com a dor há 10, 15 anos ou mais. O tempo é valioso e não há porque sentir dor, se ela pode ser tratada em poucas semanas”, afirma a profissional.

ITC reabilita 90% dos pacientes

O ITC é o Instituto de Tratamento da Coluna, que atua desde 2005. Possui mais de 90 unidades espalhadas pelo Brasil, Austrália e Portugal e já atendeu cerca de 50 mil pacientes. Utiliza quatro técnicas de reabilitação: a fisioterapia manual, porque nada substitui a mão do profissional; a maca de tração eletrônica, que faz uma descompressão da coluna, seja da cervical ou da lombar; a maca de flexodescompressão, que também trabalha com a mobilidade da coluna, o alinhamento e a descompressão; e, por último, exercícios de fortalecimento e estabilização, fundamentais no processo.

“No ITC, em 90% dos casos, os pacientes saem reabilitados, sem precisar de cirurgia”, garante Gabriela. “É claro que isso depende muito do comprometimento de cada um em seguir as recomendações dos profissionais também fora da clínica”, explica.

Na unidade de Juiz de Fora, a equipe, constituída ainda pelos fisioterapeutas Fabiana Paiva Toledo e Marcos Junqueira Ribeiro, possui formação para reabilitação em Ortopedia e Traumatologia, tanto de coluna, quanto de joelho, quadril, tornozelo, pé, cotovelo e mão. Todos os profissionais são formados, com especialização em Fisioterapia Manual e pós-graduados em Ortopedia e em Traumatologia.

 

 

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