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Dê adeus à dor!

O tratamento pode ser rápido e muito mais acessível do que você imagina

 A vida de Jeferson Ulisses Pires mudou a partir de janeiro deste ano.  O militar reformado sofria anos a fio com dor na coluna. Ininterrupta! Dormia e acordava com ela. Nenhuma posição era confortável. Se identifica? Diagnosticado com Espondilodiscoartrose, nome complicado para uma doença comum, relacionada ao envelhecimento natural das articulações, ele tinha duas opções: passar por uma cirurgia, com todos os riscos que o procedimento invasivo envolve, sem garantia de resultados, ou, fazer um tratamento para descomprimir a coluna, fortalecer e estabilizar. Preferiu a segunda. Hoje, apenas três meses depois de iniciar as sessões, recebeu alta e comemora o resultado. Está completamente livre das dores!

O ponto de virada para Jeferson aconteceu quando ele leu uma matéria na revista Pauta Econômica sobre o ITC Vertebral e, concomitantemente, também recebeu a indicação de uma amiga que já era paciente. Através delas, conheceu Gabriela Ferreira e sua equipe. E, acertou em cheio ao aceitar a orientação recebida. Resumidamente, parece que foi tão fácil… E, não é que foi mesmo? Isso, claro, depois que ele iniciou o tratamento.

“Eu tinha uma hérnia de disco na coluna lombar que, com o passar do tempo, piorou muito. O desgaste foi tamanho, que no final, acabei sem o disco. Sentia dores 24 horas por dia. Quando li a matéria, imediatamente marquei uma avaliação. Aprendi algumas coisas que vou ter que levar para frente, na minha vida, para minimizar os problemas da coluna. O que me deixa mais satisfeito é que tive alta, sem dor e com atividade normal. Aliás, sobre isso, quero destacar que sempre fui praticante de exercícios físicos e, ao contrário do que as pessoas pensam, não há limitação quanto a isso. A própria fisioterapeuta me incentivou a continuar, principalmente, para minimizar futuras dores que eu viesse a ter na coluna lombar. É um tratamento que recomendo a todas as pessoas que tiverem dor porque realmente dá certo.”

A história de Jeferson não é isolada. Ele agora faz parte dos mais de 90% de pessoas reabilitadas pelo ITC Vertebral. Ou seja, quase 100% terminam o tratamento sem dores. O que poucos sabem é que as modernas técnicas utilizadas pelos fisioterapeutas do instituto não se limitam à coluna. “Sempre tivemos uma grande procura também por causa de dores em outras partes do corpo como braços, pés, mãos, articulações, de um modo geral e, logicamente, tratamos. Hoje, observo o paciente como um todo. Ele não é uma coluna ou um joelho. Não é um ombro ou um quadril. Ele é uma pessoa que tem dor!”, ressalta a fisioterapeuta responsável pelo ITC Juiz de Fora, Gabriela Ferreira.

Para quem tem dor, tratamento especializado

 Para melhor atender a essas outras demandas, a fisioterapeuta criou o Centro de Reabilitação Gabriela Ferreira, com a mesma expertise do ITC Vertebral. A qualidade e atenção dispensados aos pacientes não se alteram. “Percebemos neles, a necessidade de um cuidado mais abrangente. As queixas de dor em outros segmentos do corpo são muito grandes, por isso, decidimos oficializar esses serviços que já eram prestados. Ombro, cotovelo, punho, mão, quadril, joelho, tornozelo, pé, o que estiver ao nosso alcance, tratamos”, conta Gabriela.

Dona Nélia Maria Britto é um exemplo clássico. Professora aposentada, aos 70 anos, depois de décadas com dores na coluna, também decorrentes de uma hérnia, aliada à má postura, iniciou o tratamento. Tudo ia muito bem até que outra dor, desta vez em um tendão do braço direito, fez com que ela tratasse também essa região. Mas, dona Nélia viajou no carnaval e o que parecia improvável aconteceu. Um tombo à beira da piscina do hotel causou uma fratura no ombro esquerdo. Para você, isso parece desesperador? E é para qualquer pessoa. Porém, como ela já conhecia o ITC, foi tudo mais fácil.

“Decidi retornar para Juiz de Fora. Usei tipoia durante 60 dias. Meu braço ficou muito roxo e o prognóstico é de que seriam mais de 40 dias assim. Liguei para a Gabriela e, imediatamente, ela e sua equipe começaram a prestar atendimento em domicílio, o que foi fundamental para mim naquele momento. Eles utilizaram técnicas para analgesia e manutenção da mobilidade nas articulações próximas. O melhor é que o hematoma foi diminuindo, antes mesmo do tempo previsto. Hoje, faço a fisioterapia para o úmero, estou na décima sessão de um total de 40. Em breve, retomarei a da coluna, mas estou muito aliviada porque as dores diminuíram muito. Já recomendava o ITC a todos que têm dor, agora, indico também o Centro de Reabilitação Gabriela Ferreira, por experiência própria”, afirma dona Nélia com toda sua bagagem de sabedoria.

Ela, que está acima do peso, tinha indicação para emagrecer. Dessa forma, as dores na coluna diminuiriam. Não era bem assim. “Sempre fui sedentária, reconheço, mas algumas vezes comecei a fazer Pilates e o resultado foi frustrante. Acabava lesionada e com mais dores. Agora, mesmo sem emagrecer, sinto menos dor. O custo/benefício é outra coisa que me agradou. Pagar por um tratamento eficaz, que vai me tirar as dores e devolver o bem-estar, não é custo, é investimento na minha saúde. Depois da fisioterapia, vou retornar ao Pilates, só que desta vez, com o acompanhamento correto.” O pensamento de dona Nélia reforça a importância da qualificação profissional para a prestação de um serviço de excelência e, ainda, levanta uma questão: sua saúde tem preço? Muitas vezes, o que se gasta com técnicas sem eficácia durante toda a vida custa mais caro do que uma intervenção de qualidade aplicada uma única vez.

“Reabilitação não é receita de bolo. O método que funciona para um paciente, não funciona para outro. Por isso, a avaliação e o acompanhamento individualizado fazem toda a diferença. Diplomas e currículos não servem apenas para colocar na parede, servem para ter domínio sobre as técnicas, e isso faz toda a diferença. Tenho comigo uma equipe altamente capacitada, não faço nada sozinha. Discutimos casos, conversamos, estudamos e tomamos decisões em conjunto”, explica a fisioterapeuta que veio de São Paulo para ficar mais próxima da família, investir em um sonho e contribuir para a prosperidade do município.

 

“O que me levou a procurar o ITC foram dores na coluna. Sempre achei que meus problemas fossem devido à má postura. Procurei o tratamento no ITC por recomendação de uma fisioterapeuta de São Paulo, quando me mudei para Juiz de Fora. Aqui, fui diagnosticado com espondilite anquilosante. O ITC foi um divisor de águas para mim. Hoje, sinto muito menos dor, minha postura está bem melhor, dentro do possível. Percebo que tenho mais força muscular para manter a postura. Dessa forma, consigo fazer as atividades básicas e tenho uma vida melhor. Foi realmente muito bom para mim.”

Leonardo Rafael de Melo Franco

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