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Paschoalino Clínica de Olhos

Paschoalino Clínica de Olhos

Inovação e tecnologia no tratamento da doença do olho seco

A Doença do Olho Seco (DOS) é uma doença multifatorial, cuja prevalência mundial nos últimos 10 anos varia de 5% a 10% da população, podendo atingir 75%. No dia a dia do consultório o número de pacientes com queixas de ardência nos olhos, vermelhidão e perda da qualidade de visão é muito frequente. Preocupados em oferecer um tratamento moderno e eficiente para o Olho Seco, os oftalmologistas Hélcio Jr e Flávia, da Paschoalino Clínica de Olhos trouxeram para Juiz de Fora e região, o E-Eye – um aparelho de fabricação francesa baseado na tecnologia de luz pulsada regulada de alta intensidade para o uso oftalmológico, já presente em mais de 50 países  e recém aprovado pela ANVISA. Os resultados com este tratamento têm sido promissores no sentido de diminuir a dependência do uso de colírios lubrificantes, trazendo mais conforto e bem-estar. Na prática trata-se do paciente conseguir “esquecer que tem olhos” para levar uma vida normal.

As causas para o olho seco são várias. “Fatores como a idade, uso exagerado de smartphone e computador, ar condicionado, medicamentos e algumas doenças autoimunes podem desencadear a DOS, que atinge ambos os sexos. As alterações hormonais da menopausa também são fator de risco e podem explicar por que as mulheres são mais acometidas”, explica a oftalmologista Flávia Paschoalino. Ela, aliás, pode falar como médica e paciente. Convivendo com o olho seco há anos, foi a primeira a testar o aparelho na clínica e, hoje, comemora a melhora na qualidade de vida e a possibilidade de usar as tão sonhadas lentes de contato.

Tratamento indolor

Com o E-Eye, um disparo de luz intensa é aplicado sobre a pele da pálpebra inferior e têmpora do paciente. Para quem já se contorceu aí, vale ressaltar que o método é totalmente indolor. São necessárias, em média, três sessões, podendo, nos casos mais severos, ser necessária a quarta. Depois disso, uma sessão anual, para manutenção, é suficiente. Cada uma dura de três a cinco minutos, apenas! “O dispositivo estimula as Glândulas de Meibômio a funcionarem normalmente. Essas glândulas estão presentes na borda da pálpebra e são as responsáveis pela camada lipídica da lágrima, evitando a sua evaporação e mantendo a correta lubrificação e a proteção da córnea”, esclarece Flávia.

Mas, os médicos deixam um alerta importantíssimo! O E-Eye não tem nada a ver com a luz pulsada utilizada por dermatologistas e esteticistas. “Apesar de terem o mesmo princípio, são aparelhos completamente diferentes e somente o E-Eye foi aprovado pela ANVISA para uso no tratamento do olho seco. Os aparelhos não aprovados para este fim podem trazer riscos de lesão além de não obterem os mesmos resultados”, afirma Hélcio.

Quem possui a Síndrome do Olho Seco também produz lágrima

Muitas vezes, o paciente queixa-se de lacrimejamento ou até mesmo produz lágrima em quantidade suficiente, mas de qualidade ruim. “É uma lágrima deficiente, que não cumpre a função de lubrificação. O filme lacrimal se rompe antes do tempo e, além da sensação de olho seco, causa os sintomas como: vermelhidão, ardência, visão embaçada, coceira e maior sensibilidade à luz”, informa Hélcio Paschoalino Júnior. Ele ressalta ainda, que o aparelho não traz a cura, mas a melhora dos sintomas.

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