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Um visionário com capacidade técnica

Eduardo Lucas quebra paradigmas e imprime excelência em suas realizações

 Juiz de Fora completa 169 com muitos êxitos, mas também com alguns problemas quando se avalia, entre outros pontos, a ocupação urbana. Fato é que já passou da hora de pensarmos a cidade mais humana, com mobilidade eficiente, conforto, beleza, acessibilidade, melhor qualidade de vida e, principalmente, espaços realmente habitáveis. Pode parecer utópico, mas não é! Há solução, sim. O engenheiro e urbanista, Eduardo Lucas, tem isso como meta constante e, com as suas realizações, vem criando e renovando diversos ambientes.

Experiência é o que não falta para ele. Com décadas de atuação no mercado, Eduardo marcou presença em diversas cidades pelo mundo. A sua extensa formação contribui para a performance. Especialista em Economia, Finanças e Comércio Exterior, ele construiu uma expertise única, com potencial de transformar cidades e a forma como vivemos nelas. E realmente, o fez. Rompeu fronteiras, quebrou paradigmas e, como bom juiz-forano, voltou para a cidade com objetivos genuínos e bem ousados.

Foram mais de 50 empreendimentos na Zona da Mata mineira, Vertentese, no Rio de Janeiro e em outras cidades, como Goiânia, onde viveu por alguns anos. São conjuntos habitacionais, loteamentos fechados, lançamento de bairros inteiros, edificações diversas, todas elas com o padrão e certificações de qualidade garantidos. Trabalhos realizados por três diferentes frentes administradas por Eduardo Lucas: a Habitat Engenharia, com ações voltadas para loteamentos; a Primavera, focada em desenvolvimento urbano e, agora, a mais recente Pegasvs, uma empresa de concepção urbanística.

Urbanismo Inteligente

A ousadia caminha alinhada com qualidade de vida e viabilidade

Um urbanismo voltado para residenciais unifamiliares, multifamiliares, condomínios industriais, loteamentos fechados ou abertos, onde mescla-se comércio, residências e verticalização, esta última, com limites bem determinados. Parece um sonho? Mas, não é… Eduardo Lucas, através da Pegasvs, vislumbra possibilidades, que além de possíveis, impactam em qualidade de vida e sustentabilidade. “Precisamos pensar que o que fazemos se destina ao ser humano, e, por isso, não deve ter excesso de concreto, problemas de ventilação ou de aeração. Não pode perder a skyline, que é a linha do horizonte. Precisa proporcionar a visão do céu, ter espaços vazios. É necessário criar moradias com um tamanho digno para se viver e que não seja apenas uma peça publicitária”, ressalta.

E, tudo isso é visível nas suas realizações. Todas as obras são lançadas com total aprovação dos órgãos regulamentadores. O meio ambiente é amplamente protegido, tanto que nenhum dos empreendimentos foram autuados em tais questões. Pelo contrário, em todo e qualquer projeto, 50% é distribuído entre plano viário, praças e áreas verdes, as nascentes e rios do entorno são cuidados, toda rede de esgoto possui biodigestores, para que a água seja lançada de forma mais limpa e o pavimentos são permeáveis, para que o solo absorva a água, evitando inundações.

O engenheiro leva expansão com sustentabilidade. A urbanização de altíssima qualidade é alinhada à funcionalidade. Nos projetos residenciais idealizados por ele, por exemplo, são criadas praças, associações de bairros e, o melhor, toda a gestão do espaço é contratada por essa associação, com, em média, 50 funcionários, sem gerar custos para Prefeitura. Os loteamentos fechados são autossuficientes.  A ideia não é onerar o poder público e, sim, viabilizar benfeitoria em prol da comunidade.

 “Política como meio, e não como meta”

 A fala de Eduardo Lucas pontua com fidedignidade seu ponto de vista em relação à política. Nascido, criado e graduado em Juiz de Fora, o empresário formou família e fortes negócios na cidade. Por pedido da mãe, afastou-se o quanto pode da vida pública e política. O contato, porém, foi inevitável.

Com sua inquietude e defesa incansável pelas melhorias na cidade, ele, juntamente com amigos de profissões diversas, lançaram o Instituto Ação Urbana, um grupo organizado da sociedade civil, que propõe e luta por avanços reais no que diz respeito a urbanismo de qualidade.

A voz e o trabalho de Eduardo o transformaram numa figura ímpar e uma referência para aqueles que almejam reais mudanças para o município. Numa atuação meteórica, foi candidato à vice-prefeito nas últimas eleições da cidade, chegou a ser pré-candidato a vice-governador de Minas. Recebeu convites para candidatura a deputado estadual e federal, tudo isso dentro de um período de dois anos. Entretanto, por questões pessoais, ele precisou se retirar do meio.

A pausa foi curta. No início de 2019, mais uma vez, o profissional foi praticamente intimado para novo desafio: a criação de um movimento forte e focado na defesa da qualidade de vida – o “Pensando Juiz de Fora”. O grupo conta com 100 profissionais de todas as áreas, Engenharia, Direito, Arquitetura, enfim, de profissionais altamente qualificados. Todos unidos para contribuir com melhorias e soluções para cidade. Eduardo explica que “a atuação é certeira e bem incisiva em temas que interferem na vida das pessoas, como o plano diretor, programa “Minha casa, minha vida”, dentre outros. A meta é produzir uma plataforma de trabalho sólida que realmente conseguirá alavancar a cidade, tanto na área urbana, quanto nas demais. Tudo isso embasado num rico diagnóstico que vem sendo elaborado”.

Dentro desta realidade, de acordo com seu histórico, estudos e know-how em gestões de cidade, fica fácil saber o porquê da insistência do nome de Eduardo para compor o cenário político em Juiz de Fora.

UMA VISÃO DE CRESCIMENTO

 Atualmente, o trabalho de Eduardo está voltado para loteamentos fechados. “Mas, com muito mais valor agregado, com uma tendência para terrenos menores. Defendo o minimalismo na arquitetura de vanguarda e espaços autossustentáveis”, explica.

Com seu olhar clínico sobre viver com qualidade, hoje, ele investe nos promissores vetores de crescimento, que são a Cidade Alta e Grama. Nesses locais, já conta com a construção de grandes empreendimentos.

 COM O OLHAR PARA O FUTURO

 Uma posição positiva, sem deixar de lado algumas preocupações. “Diversos pontos da cidade precisam ser protegidos o mais rápido possível. Ainda está em tempo, mas, eu receio que não haja um ambiente político para isso. Juiz de Fora precisa de uma mudança. Ela não pode ficar do jeito que está. Precisamos de uma visão global, sistêmica, transversal, multidisciplinar. Profissionais e capacidade, nós temos para isso”.

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